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sábado, 8 de junho de 2013

Mick Jagger e Keith Richards contam como fizeram as pazes para comemorar os 50 anos de Rolling Stones

por: Revista Rolling Stones Brasil

“Às vezes é fácil apenas tirar da frente, mas acho que foi bom nós termos tido aquela conversa”, diz o cantor, que ficou irritado com as declarações do guitarrista na biografia Vida.

Os Rolling Stones estão de volta à estrada, celebrando os 50 anos de carreira com uma turnê pelos Estados Unidos e pela Europa. Mas faltou pouco para que as comemorações fossem soterradas pelos desentendimentos entre Mick Jagger e Keith Richards. Na entrevista que você lê na edição de junho da Rolling Stone Brasil, a banda conta, com exclusividade, como passou por cima de todos os problemas para continuar fazendo música.
Os Stones sempre foram famosos por discordâncias e intrigas, que remontam aos primórdios do grupo. Mas em 2010, a relação entre eles se complicou muito quando Richards publicou a aclamada biografia Vida. Disse coisas brutais sobre a amizade com Jagger e sobre a personalidade do cantor. Jagger ficou ofendido e irritado. Quando a chegada dos cinquentenário da banda foi se aproximando, Richards entrou em contato com os companheiros e disse: “Ei, pessoal, estou ficando irrequieto. Alguém está a fim?” Mas Jagger não estava disposto a perdoar tão fácil os insultos de Vida.

Desta vez, antes mesmo que pudesse haver qualquer preparação séria para uma turnê – algo que Keith Richards queria que acontecesse –, Mick Jagger deixou claro que precisava haver um acerto de contas. Ron Wood comentou: “As coisas estavam tensas e ruins”. Havia até um boato de que a posição de Richards como guitarrista dos Rolling Stones podia estar a perigo. Alguns achavam que ele estava com dificuldade para tocar – que talvez suas mãos tivessem sido acometidas por artrite ou que seu consumo contínuo de álcool estivesse afetando sua habilidade. De acordo com uma fonte próxima da banda, quando os Rolling Stones se reuniram em Londres, em dezembro de 2011, não foi apenas para ensaiar. Jagger estava de olho para ver se Richards ainda dava conta.
Em meados de abril, o repórter da Rolling Stone Mikal Gilmore passou uma hora com Jagger na suíte de hotel em que ele estava hospedado em Beverly Hills. “Não sei sobre que diabo vamos conversar”, ele disse ao se acomodar em uma cadeira à mesa da sala de jantar. Jagger não se esquivou quando o assunto foi o pedido de desculpas de Keith Richards sobre o que ele escreveu em Vida, embora tenha dito que prefere deixar o assunto para trás. “Bom, acho que foi bom ele ter se encontrado comigo e ter me dito aquilo. Realmente não quero dizer mais nada além disso, mas acho que foi bom ele ter dito e, sim, foi um pré-requisito [para a reunião], na realidade. Essas coisas precisam ser colocadas de um lado; não dá para deixá-las sem ser ditas. Às vezes é fácil apenas tirar da frente, mas acho que foi bom nós termos tido aquela conversa.”

“Acho que é meio um clichê, de verdade”, Jagger continua. “As pessoas gostam de fazer análises-relâmpago das outras e dizer: ‘Ah, Keith é tão passional, e Mick é tão frio e sem paixão’. Ninguém é assim na vida real. Keith é capaz de ser tão frio e tão sem paixão quanto quase qualquer outra pessoa que eu conheço. Não digo isso como crítica, porque às vezes é necessário ser crítico. Tenho que ver o ponto de vista de outras pessoas. Mas isso não significa que eu não seja passional a respeito do lado musical da coisa. Tenho muitos papéis diferentes dentro da organização Rolling Stones, e depois tenho papéis fora da banda que não têm nada a ver com a banda. Por isso, não quero ser rotulado como uma coisa só.”

Irmãos?
Charlie Watts chegou a dizer que “eles são como irmãos, discutem a respeito do aluguel, e se você entra no meio, pode esquecer”. Isto foi ecoado pelo próprio Richards, que declarou a outra revista que ele e Jagger pareciam “dois irmãos voláteis: quando batem de frente, realmente batem de frente, mas quando termina...” Será que Jagger vê as coisas da mesma maneira? “As pessoas sempre dizem coisas assim”, Jagger responde. “Mas eu tenho um irmão [Chris Jagger], sabia? A minha relação com o meu irmão é uma relação fraternal, e não tem nada a ver com a minha relação com Keith, que é mais parecida com a de alguém com quem se trabalha, completamente diferente. Com um irmão, você tem pais em comum. Nós não temos isso, Keith e eu. Nós trabalhamos juntos. Não tem nada a ver com uma relação fraternal. Suponho que, se você não tiver um irmão, pode dizer que era como ter um irmão. Mas fazer parte de uma banda representa um tipo diferente de relação.”

A visão de Keith Richards
Em uma entrevista no tapete vermelho para a estreia do filme de show da banda em 2008, Shine a Light, de Martin Scorsese, perguntaram a Richards se ele era capaz de imaginar a vida sem os Rolling Stones. Ele ficou com cara de quem não tinha entendido a pergunta. “Seria fácil”, ele respondeu. E talvez seja verdade – mas, bom, talvez não seja. “Sabemos que somos bons pra caramba”, Richards diz à Rolling Stone, “e temos um certo desejo estranho de fazer com que fique melhor. Todo mundo continua aqui, e esse é obviamente um ingrediente importante. Com qualquer banda que esteja aí há um tempo, mesmo que sejam alguns anos, nem todo mundo gosta de todo mundo o tempo todo. Mas talvez haja uma necessidade de que a conversa continue, e a música é o único jeito de fazer com que isso aconteça. Ela é mais forte do que qualquer outra coisa que possa atrapalhar. Seria um milagre, não é verdade, que dois sujeitos se dessem bem em 50 anos, se isso é difícil até em três ou quatro. Ao mesmo tempo, não quero dar ênfase demasiada às diferenças entre mim e Mick, porque é só disso que se fala. Você nunca escuta falarem sobre cerca de 98% do tempo em que nós estamos em boa sintonia e que nós nos conhecemos bem e que sabemos o que queremos fazer. Mas a minha principal comunicação é por meio da música. Pode chamar de acordo de cavalheiros, ou algo assim. As coisas não são ditas nem mencionadas, mas dá para notar quando nós começamos a trabalhar, e daí muitas das espécies de barreiras, ou como quiser chamar, tendem a desaparecer.”

Grande banda norte americana, WhiteCross.. Irá comparecer no interior do paraná (BRASIL)... Para os cidadãos da Região.

WhiteCross. Na faixa no Colégio Barbosa Ferraz.. 16/06/13 - 19:30hrs..

Whitecross é uma banda de heavy metal Cristão que foi formada no ano de 1986 em Chicago, lançando sua primeira gravação no ano seguinte

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Iron Maiden: sobre o que fala a música "The Trooper"?

Fonte da imagem: Wiplash

A referência dessa música certamente é uma das mais conhecidas do Iron Maiden. Inspirada no poema "The Charge of The Light Brigade" de Alfred, Lord Tennyson que fala sobre a carga da brigada ligeira na Batalha de Balaclava durante a Guerra da Crimeia. O poema descreve o avanço da cavalaria inglesa diante do exército russo onde seiscentos avançam para a morte. Versos do poema fazem referência ao salmo 23 que fala sobre o Vale da Morte.
A música do Iron parte do ponto de vista de um soldado cavalgando para a morte certa: “You’ll take my life but I’ll take yours too / You’ll fire your musket but I’ll run you thorough” (...) “He pulls the trigger and I feel the blow / A burst of rounds takes my horse below / And as I lay there gazing at the sky / My body’s numb and my throat is dry / And as I lay forgotten and alone / Without a tear I draw my parting groan”
Nas apresentações mais recentes da banda, Bruce Dickinson  usa uma réplica do uniforme inglês durante esta guerra. Na apresentação no Rock in Rio 3, Bruce apresenta a música recitando alguns versos do poema:
Into the valley of Death
Rode the six hundred.

Cannon to right of them,
Cannon to left of them,
...
Volley'd and thunder'd;

A Guerra da Crimeia
Foi um conflito travado entre 1853 e 1856 pelo Império Russo contra uma coligação de Reino Unido, França, Reino da Sardenha e o Império Otomano (atual Turquia) tendo como resultado final a derrota do Império Russo.
A Batalha de Balaclava e a carga da Brigada Ligeira
A Batalha foi travada em 25 de outubro de 1854 e não teve um vencedor claro sendo considerada uma vitória dos aliados ou um empate. Nesta batalha deu-se um dos episódios mais heroicos ou desastrosos da história militar britânica quando um erro levou a cavalaria a avançar contra os inimigos sofrendo 40% de baixas.
Florence Nightingale
Na guerra da Crimeia foi onde destacou-se a figura de Florence Nightingale, pioneira da enfermagem. Ficou conhecida pela vigilância constante dos feridos de guerra sendo conhecida pelo apelido de Dama da Lâmpada. Hoje em dia a lanterna usada por Florence é o símbolo da Enfermagem, símbolo da vigilância constante.

Fonte: Wiplash



Aerosmith será atração do Monsters of Rock 2013!!! - Brasil

 
A banda Aerosmith é a primeira a ser confirmada para o festival Monsters of Rock, informou a coluna Olá, do jornal Agora São Paulo.

Após 15 anos, a XYZ Live traz de volta para o País um dos maiores festivais de rock do mundo, que será realizado nos dias 19 e 20 de outubro no Brasil.
 
PG estará conferindo, aonde será o evento, valor de ingressos e tudo mais .. Fique ligado aqui no Portal Gymp !!



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