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terça-feira, 18 de junho de 2013

Dmitry Itskov: conheça o maluco que pretende fazer você viver eternamente !!!


 
A imortalidade, seja ela física ou espiritual, é um dos desejos mais antigos da humanidade. Obras milenares do hinduísmo, filmes e livros de ficção científica e mitos como a pedra filosofal e a fonte da juventude abordam ações como o prolongamento da vida ou o transporte da consciência. Mas até que ponto essa longevidade sem limites é um mito?

O russo Dmitry Itskov acredita que a imortalidade é uma questão de tempo, dinheiro e, principalmente, tecnologia. Atualmente com 32 anos, o empresário já acumula muitas riquezas na área de comunicação em seu país natal com a companhia New Media Stars – o suficiente para dar o pontapé inicial em um projeto ambicioso que pode mudar radicalmente a espécie humana.

Itskov é o homem por trás do 2045 Project, uma iniciativa fundada em 2011 que, basicamente, pretende transportar a consciência humana para avatares robóticos, permitindo que qualquer pessoa viva para sempre, já que a mente estará segura em um “recipiente” artificial – algo que, por mais bizarro e utópico que possa parecer, faz bastante sentido.
Quem quer viver para sempre?

Em seu primeiro ano, o projeto não era ganhava muito crédito: muita gente achava que o russo só queria atenção da mídia e ainda mais dinheiro. Ele só foi levado a sério um ano depois, quando conquistou o apoio de cientistas renomados de universidades de todo o mundo, com formação em robótica ou neurociência.

Por enquanto, a iniciativa ainda esbarra em várias questões, desde éticas até financeiras – uma verba acima da fortuna do empresário é necessária para custear tanto as pesquisas quanto a fabricação e manutenção dessas tecnologias. O projeto até enviou uma carta aberta à ONU, apresentando o programa e pedindo apoio. Por enquanto, não há resposta da entidade.

O argumento de Itskov começa com críticas à humanidade. Segundo ele, por causa de crises econômicas, antropológicas, políticas e ecológicas, nós temos duas opções: abraçar a degradação global e assistir ao fim da espécie ou encontrar um novo modelo de desenvolvimento, capaz de dar um novo significado à vida. O russo, claro, escolheu a segunda.
Mas o projeto não fala em imortalidade imediata. Apesar de otimista, Itskov tenta trabalhar com os pés no chão, propondo metas que devem ser cumpridas a cada cinco anos – até 2045, quando o ser humano não terá mais um prazo de validade.

Fase A: Highlander robotizado

De início, Itskov planeja a construção de um robô com aparência humana, começando apenas com rostos mecanizados e passando para corpos inteiros que podem andar, pular e falar. Os avanços são lentos: o protótipo que será apresentado em 2013 consiste apenas de uma cabeça com os moldes da face do russo e 36 motores para proporcionar movimentos realistas.

Em seguida, é necessário conectar o cérebro de uma pessoa à máquina – e não é só ligar alguns fios, mas criar uma ligação sensorial que permita o controle do robô, mesmo remotamente.
O avatar, portanto, não seria apenas uma máquina que pensa: processos bioquímicos que reproduzam a atividade neural e até uma simulação do metabolismo desse órgão deixariam o imortal ainda com aspectos humanos. Essa captação criaria uma interface cérebro-computador (BCI, na sigla original) totalmente integrada – e é só a primeira das quatro fases do projeto. O prazo para tudo isso acontecer é até 2020.

Fase B: o imortal não morre no final

Estudos para emular o cérebro em um computador ou salvar memórias em uma máquina não são inéditos, mas falta muito para que eles atinjam resultados satisfatórios.
Por isso, a segunda fase do projeto de Itskov é transportar para um robô o cérebro de uma pessoa ao final da vida, quando a morte natural parece inevitável. O suporte de vida autônomo seria uma sobrevida não para a pessoa, mas apenas para seus pensamentos.


É necessário, portanto, garantir que o cérebro humano não sofra degradações e sobreviva aos procedimentos de integração com esse corpo robótico. Tal ação significa ainda estudar e desenvolver próteses artificiais com funções equivalentes ao cérebro. A meta deve ser cumprida até 2025.

Fase C: tudo digital

Na terceira das três metas de Itskov, o salto é ainda maior que os anteriores. Desta vez, o cérebro é totalmente artificial – e a personalidade humana em si, junto com memória, consciência e tudo mais, é transferida para o avatar, uma máquina já totalmente independente.
 
 

Criar um método de transmissão para elementos tão abstratos, como a personalidade, é o grande obstáculo – mas ultrapassá-lo seria uma revolução única na ciência. Essa inteligência artificial seria ainda totalmente personalizável, possibilitando a modificação da consciência e até a criação de seres considerados perfeitos. A ideia é conquistar tudo isso em 2035.

Fase D: fazendo a evolução

Em 2045, os robôs com cérebros acoplados serão considerados ultrapassados. Itskov acredita que a tecnologia estará tão avançada que serão duas as possibilidades: os avatares serão seres holográficos, com capacidades superiores às de qualquer ser humano, ou os corpos terão a constituição de nanorrobôs que podem tomar diferentes formas.
Para ele, ainda mais do que a conquista da imortalidade, o passo final significa a transição evolutiva da humanidade para uma nova espécie.
 
Em 15 e 16 de junho de 2013, o projeto será mostrado no evento Global Future 2045 International Congress. Lá, serão discutidas as próximas estratégias da iniciativa e, quem sabe, a formação de parcerias para que ele passe definitivamente a ser uma realidade.
Caso consiga atingir a imortalidade, o russo afirma que seu maior desejo é o desenvolvimento espiritual, mas ele também está curioso para saber quais tecnologias serão a base da humanidade em 2045. Se Dmitry Itskov é um visionário ou apenas mais um cientista maluco, entretanto, isso só saberemos daqui a 32 anos – se ainda estivermos aqui, claro.


Fonte :  Tecmundo

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Apple diz que não concede "acesso direto" aos dados de clientes

Washington, 17 jun (EFE).- Após ter confirmado sua colaboração com as autoridades dos Estados Unidos, a gigante informática Apple esclareceu nesta segunda-feira que essa prática se resume a algumas solicitações específicas, ressaltando que não concede ao governo o "acesso direto" aos dados de seus clientes.
Em um comunicado divulgado hoje, a companhia reafirmou que sequer tinha conhecimento da existência do programa de espionagem "PRISM", revelado pelo ex-técnico da CIA Edward Snowden aos jornais "The Guardian" e "The Washington Post", denuncia que levantou uma grande polêmica em torno das liberdades individuais.
A Apple assinalou que, entre os dias 1º de dezembro de 2012 e 31 de maio de 2013, recebeu entre 4 mil e 5 mil solicitações oficiais das autoridades americanas, as quais se referiam a até 10 mil "contas ou aparatos".
De acordo com a companhia americana, "o tipo de solicitação mais frequente provem das autoridades locais, que geralmente investigam assaltos e outros crimes. As solicitações também se referem à busca por menores desaparecidos, doentes de Alzheimer e, inclusive, para evitar um suicídio."
Neste aspecto, a Apple ressaltou que avalia cada solicitação e, em caso de admití-la, "recolhe e entrega o conjunto de dados de um modo mais limitado possível". Segundo a gigante informática, algumas solicitações chegam a ser rejeitas.
"Continuaremos nos empenhando para manter um bom equilíbrio entre o cumprimento de nossas obrigações legais e a proteção da intimidade de nossos clientes, como eles esperam e merecem", concluiu a Apple no comunicado.
De acordo com as denúncias apresentadas pelos jornais "The Guardian" e "The Washington Post", a Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA) e o FBI, dentro do programa "PRISM", recebem dados diretos de servidores de nove grandes empresas cibernéticas: Microsoft, Yahoo!, Google, Facebook, PalTalk, AOL, Skype, YouTube e Apple.

Fonte: EFE / Por: Yahoo Notícias

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Microsoft Office chega para o Iphone


Você que trabalha com texto e não perde tempo enquanto anda de ônibus, aguarda na fila do banco, ou quer aproveitar o tempo durante qualquer outro tipo de espera, uma boa notícia! Agora você poderá editar textos no Word e Excel no seu próprio iPhone. A Microsoft está lançando o pacote Office para o aparelho, que conta ainda com Power Point para a tecnologia móvel.
A versão lançado para iPhone é quase idêntica ao aplicativo existente para o Windows Phone, que inclui os softwares acima citados, exceto pelo Outlook e outros aplicativos Office. Trata-se de uma estratégia da Microsoft, que concebe os serviços como plataforma-agnóstica, e surge para o iOS junto de outros apps da companhia, como OneNote e Lync. Combina com a oferta de serviço por assinatura do Office 365, acessível por vários dispositivos – ao invés do download para só uma única máquina, aonde você precisa baixar diversas versões, o que costuma ser um tédio para o usuário.
“Com o Office 365 Home Premium e o Pro Plus, nós prometemos que as versões móbile funcionarão para todos os dispositivos”, garantiu a diretora de marketing do Microsoft Office, Julia White, para o portal de tecnologia Mashable.
Infelizmente, os brasileiros terão que esperar um pouquinho para ter aproveitar esse aplicativo. Está disponível, por enquanto, somente nos Estados Unidos. Chega ao mercado internacional nas próximas semanas. Todavia, qualquer pessoa poderá fazer o download e apenas os assinantes poderão usufruir do serviço pago. O app inicia somente com login.
Embora exista o rumor de que o Office poderia ser lançado para o iPad, nenhuma novidade foi apresentada para o tablet. É claro que quase todos aplicativos de iPhone rodarão no iPad, no entanto, a experiência não é otimizada para a tela de 9.7 polegadas. “A pequena visualização faz grande diferença na aplicação nativa”, diz White. “Em um tablet, você terá mais espaços para trabalhar na área de trabalho, então, os aplicativos Office da web providenciam uma melhor experiência”, complementa a diretora de marketing.

Fonte: Notícias BR

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Microsoft: Não tem internet? Fique com o Xbox 360

A polêmica envolvendo a necessidade de conexão constante do Xbox One ainda está longe de acabar.




O anúncio do Xbox Box One deixou algumas pessoas decepcionadas, pois a Microsoft mostrou muitas funções multimídia do console, mas deixou de lado os games. A empresa se redimiu na E3 2013, quando mostrou um grande número de títulos de qualidade, além de muitos jogos exclusivos.

Apesar disso, uma das características do Xbox One deixou a comunidade gamer preocupada: o console precisa estar conectado à internet para que os jogos funcionem.
O jornalista Geoff Keighley entrevistou Don Mattrick durante a E3 e questionou o executivo sobre essa escolha polêmica da Microsoft, que deu uma dica para quem não possui conexão com a internet:

“Felizmente, temos um produto para pessoas que não são capazes de conseguir qualquer tipo de conectividade. Chama-se Xbox 360. Se você tem acesso zero à internet, esse é um dispositivo offline.”

(Fonte da imagem: Divulgação/Microsoft)
Don Mattrick diz que a Microsoft executou inúmeras pesquisas de mercado no mundo todo e que a empresa já esperava esse tipo de reação dos gamers, pois, segundo ele, a comunidade é muito “passional” e gosta de berrar quando algo não agrada. Porém, ele acredita que esse é o futuro, e que a qualidade das conexões com a internet é confiável o suficiente para garantir a diversão dos jogadores.
Mattrick também disse que as pessoas precisam colocar a mão no console antes de reclamar, pois todo mundo só está enfatizando os problemas e deixando de perceber as vantagens que o Xbox One poderá oferecer.


Fonte: Tecmundo

terça-feira, 11 de junho de 2013

PS4 aceita jogos usados e não obriga jogadores a ficar online o tempo todo

Novidades foram anunciadas há poucos instantes durante a conferência da empresa na E3.



(Fonte da imagem: Divulgação/Sony)

A Sony encerrou há poucos instantes a sua conferência na E3, em Los Angeles, onde revelou o visual do PlayStation 4 e o preço do console para os mercados dos EUA e da Europa.
Contudo, um dos momentos que mais arrancou aplausos por parte do público não foi o lançamento de nenhum título em especial ou a descrição de algum recurso arrasador do console: foram duas alfinetadas na Microsoft que fizeram a plateia ir ao delírio. 
O primeiro desses momentos foi na confirmação de que o console da Sony aceitará jogos usados. Segundo a empresa, o modelo de negócios adotado no PlayStation 3 se mostrou bem-sucedido e, por conta disso, a companhia não vê motivos para alterá-lo. Aliás, a empresa divulgou até mesmo um vídeo provocativo ensinando os jogadores a emprestarem seus jogos. 




Já o segundo “grande momento” aconteceu na confirmação de que não será preciso estar online o tempo todo para poder jogar, diferente do que a Microsoft propõe para o Xbox One. Por fim, ao anunciar o preço final de US$ 399 – contra US$ 499 do video game da Microsoft –, o público presente no evento aplaudiu a apresentação de pé.

Fonte: Baixaki Jogos

Desligamento total da TV analógica acontecerá entre 2016 e 2018

 Governo tem até 2018 para desocupar totalmente a faixa dos 700 MHz para o 4G.





Como era de se esperar, o desligamento total da TV analógica no Brasil foi adiado. Antes previsto para acontecer até 2016, o processo tem um novo prazo, cujo término agora está agendado para acontecer até 2018.
Segundo Paulo Bernardo, ministro das Telecomunicações, caso o calendário anterior fosse mantido, muitas pessoas seriam prejudicadas e precisariam “correr” para as lojas para comprar um conversor digital.
De acordo com a Folha, Bernardo disse que "se fosse feito só em 2016 [o desligamento total da TV analógica], eu teria de convencer as pessoas a comprar conversores ou TVs digitais de uma vez. Geraria uma demanda de 30 ou 35 milhões de aparelhos em um semestre, enquanto nossa demanda hoje é de 14 ou 15 milhões em um ano. Então poderia faltar equipamento ou causar um aumento nos preços".
Devido a isso, ele teria procurado a presidente Dilma Rousseff para discutir uma flexibilização do calendário. Agora, o governo deve promover essa migração em um prazo que ocorrerá entre 2015 e 2018. Além disso, o processo será feito em etapas, estado por estado. A ordem dos trabalhos, no entanto, ainda não foi divulgada.
Por fim, Paulo Bernardo também afirmou que o prazo estendido não deve interferir nem prejudicar o leilão de internet 4G. Vale lembrar que a conexão utilizará a faixa de 700 MHz, usada atualmente pela televisão.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Cara de pau: Microsoft copia recurso de busca do Unity no Windows 8.1


Tem gente que não curte muito as comparações entre Linux e Windows e até entre distribuições Linux. Realmente, se formos parar pra analisar, esse lance de “qual melhor SO” é muito subjetivo, pois existe (e sempre existirá) público para todo tipo de produto. Mas tem coisas que não dá pra ficar calado e fingir que não vimos nada…
Mesmo com o todo ar de superioridade que a Microsoft tem com seu Windows em relação ao Linux, não é de hoje que ela vem “copiando”, mesmo que de forma sutil, implementações dos desktops linux em seus produtos como o Aero Glass do Windows Vista que já existia no Gnome 2.x em 2010. Porém a última dela não foi  tão sutil assim.
Repare na semelhança entre as tecnologias
O Windows 8.1 está sendo lançado com uma “novidade” chamada de Search Heroes, que nada mais é que a Busca Inteligente (Smart Scope) do Ubuntu!! Veja melhor no vídeo abaixo:

Se vocês repararem não existe nada de novidade. É pura e simplesmente o que o Unity do Ubuntu vem apresentando tem desde 2011, praticamente. O Search Heroes funcionará assim como a busca do Unity: terá a capacidade de buscar conteúdos locais e online, apresentando resultados relevantes ao termos buscado como documentos, imagens, videos, músicas e etc.


Em contra partida existe uma grande chance do Search Heroes ser bem melhor, principalmente no quesito performance, que a Busca Inteligente do Unity uma vez que a Microsoft tem seu próprio motor de busca (Bing) além de diversas fontes de conteúdo.
Bom, agora vamos esperar pra ver o que os grandes veículos de informação sobre tecnologia do país, como Olhar Digital, TechTudo e etc, irão falar do Search Heroes. Será que eles vão dizer que o Windows está copiando o Linux?
Fonte: OMG Ubuntu

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Milionário russo quer trocar corpo por avatar holográfico até 2045



Com 32 anos, o russo Dmitry Itskov pode ser considerado um ricaço dos mais excêntricos: ele aposentou-se da área de mídias online, a qual o deixou milionário, e agora persegue um sonho que parece (e está) distante, fazendo com que muita gente o chame de louco.
A ideia de Itskov é nada menos que perseguir a imortalidade. Para isso, ele planeja a criação de avatares mecanizados, que seriam como ciborgues, mas capazes de “baixar” aspectos como personalidade, consciência, memórias e sentimentos do cérebro humano, fazendo com que o corpo não seja mais necessário. Em seguida, essa máquina poderia até ser substituída por algo totalmente holográfico.
Chamada de Iniciativa 2045, ano em que o projeto deve estar finalizado, a ideia ganhou o apoio de cientistas renomados de universidades como Berkeley, Harvard e o MIT, além de figuras das áreas de genética molecular e neuroprostética. A partir de agora, encontros anuais entre essas mentes devem discutir a possibilidade de tirar o sonho de Itskov do papel.
Apesar de não ser visto com bons olhos por toda a comunidade acadêmica, o russo aposta no sucesso com base na recepção nada calorosa que tecnologias recebiam há algumas décadas – nos anos 1960, argumenta ele, poucos eram os que acreditavam em transplantes bem-sucedidos de órgãos.
Não perca as contas: a iniciativa acaba, bem-sucedida ou não, daqui a 32 anos.



segunda-feira, 3 de junho de 2013

Apple ira anunciar novo modelo do Retina MacBook Pro na próxima semana!




A Apple deve apresentar novos computadores Mac durante a edição deste ano da WWDC – o evento anual da companhia voltado para desenvolvedores – e, de acordo com um relatório da empresa KGI Securities, um novo modelo do Retina MacBook Pro deve estar entre os anúncios da feira.

O relatório foi feito por Ming-Chi Kuo, analista que apresenta um histórico de “adivinhar” aparelhos não anunciados da Apple juntando informações a respeito da companhia. De acordo com ele, a empresa ofereceu diversos indícios de sua linha de notebooks para a WWDC.
De acordo com Kuo, o novo modelo do Macbook Pro deverá contar com uma tela Retina de 13 polegadas, uma câmera iSight Full HD e um novo processador Haswell da Intel capaz de aumentar a vida útil da bateria em mais de 50%. Além disso, a analista também aposta na aparição de uma nova linha de MacBooks Air com especificações similares (com exceção da tela Retina).
Apesar das novidades, no entanto, Kuo acredita em uma queda nas vendas dos notebooks da companhia este ano, apostando 12 milhões de unidades vendidas contra as 13,6 milhões registradas no ano passado.




Tablet ajuda a ensinar crianças, diz diretora; outros educadores rejeitam a novidade

Por: RODOLFO LUCENA
DE SÃO PAULO

Depois de terem conquistado corações e mentes de crianças, adolescentes e adultos pelo mundo afora, os tablets se voltam para um mercado sempre em expansão: o fabuloso mundo dos bebês. Cidadãos ainda não alfabetizados ou que mal conseguem enrolar algumas palavras encostam suas mãos gorduchinhas nas telas de vidro para comandar carrinhos, letras, músicas, trens e galinhas cantantes.
Fazem isso em casa, por certo, usando os aparelhos dos pais. E, cada vez mais, têm os "seus" próprios gadgets, em escolas de educação infantil que adotam o tablet como ferramenta de ensino e diversão para a meninada de menos de quatro anos.
Crianças usam tablet na escola Primetime, em São Paulo. (Por Karime Xavier/Folhapress)

"É uma ferramenta interessante porque traz um tipo de mídia com grau de interatividade que a televisão e os filmes infantis oferecem e por causa da tela sensível ao toque, que torna o uso mais fácil para as crianças. É muito intuitivo, e o bebê não se limita à atividade motora", avalia Christine Bruder, 40, diretora da Primetime, escola no Morumbi, em São Paulo, que atende crianças de até três anos e usa os aparelhos desde o ano passado.

Os resultados são positivos, afirma Jacqueline Cappellano, 40, coordenadora das turmas de dois a quatro anos da Escola Internacional de Alphaville, que também passou a usar as tabuletas eletrônicas no ano passado. "A gente sabe que as crianças aprendem de forma diferente. Um conteúdo que você não consiga atingir por meio de uma estratégia dentro da sala de aula, usando material concreto, consegue que a criança entenda por meio da tecnologia", diz ela.
A turminha adora. No Colégio Brasil Canadá, em Perdizes, crianças de três anos sentam em roda para brincar com o tablet, e o uso do aparelho se torna uma experiência coletiva: estão todos conectados a um sistema de televisão, e o grupo acompanha pela tela grande, por exemplo, quando um coleguinha traça com o dedo o perfil de uma letra.


Fonte da imagem: Editoria de Arte/Folhapress
"O uso da tecnologia faz parte do mundo deles", diz a professora Bruna Figueiredo Elias, 27. "E a interação com o mundo deles é muito importante. Percebemos que eles gostam, que se concentram."
Para isso, porém, é preciso ter os aplicativos corretos --uma busca que não foi fácil, segundo Bruder. "Os aplicativos precisariam ser algo adequado ao interesse das crianças, e não preparando as crianças para aprenderem alguma coisa."
"Até os três anos, eles aprendem pondo a mão na massa, vivendo, experimentando, com liberdade. E muitos aplicativos fechavam o bebê em 'aperte aqui', 'aperte agora', incentivando a rapidez dos movimentos ou queriam ensinar a criança a ler, a reconhecer letras, números. Demorei tempo para achar conteúdo que fizesse sentido para apresentar a um bebê", diz.
Além do controle do conteúdo, há que limitar o tempo de tablet na mão. "As crianças de dois a quatro anos têm uma aula por mês", diz Cappellano, que também delimita o horário em que suas gêmeas de quatro anos podem usar os aparelhos.
CRIANÇAS LIGADAS
O tempo que crianças passam com eletrônicos, mesmo se controlado, pode ser demais, dizem alguns educadores.
"Nós não usamos aqui, dentro do estabelecimento, nenhum desses instrumentais. A gente tem como filosofia que o grande aprendizado da criança na primeira infância é por meio do brinquedo. Não o brinquedo físico, mas o [ato de] brincar", conta a pedagoga Nereide Tolentino, 70, diretora da Escola da Vovó, que funciona há 36 anos e atende crianças de até seis anos em Pinheiros.
"Se a gente coloca a criança na [frente da] televisão ou no computador ou qualquer um desses joguinhos em que ela só aperta botão, ela não tem de criar nem imaginar nada", reforça Valéria Rocha, 39, diretora do Quintal do João Menino, escola maternal e jardim para crianças de um ano e meio a seis anos, na Vila Madalena.
Independentemente de divergências de filosofias pedagógicas, há que ter cuidado com a oferta de tecnologia para as crianças. A Associação Americana de Pediatria "desencoraja" o uso de mídia eletrônica por menores de dois anos e a colocação de aparelhos de TV no quarto de crianças. Em um documento sobre o assunto, a entidade cita estudos que encontraram efeitos negativos no desenvolvimento intelectual infantil.
Outros estudos indicam que poucas pessoas nos EUA deram ouvidos às recomendações dos médicos: levantamento realizado pela Common Sense Media em 2011 mostrou que 30% das crianças com menos de um ano têm televisão no quarto.
Nenhuma das escolas ouvidas pela Folha oferece os aparelhos para crianças com menos de dois anos. E dizem que a experiência precisa ser sempre monitorada.
"As atividades com tablet não podem substituir explicações do professor; as brincadeiras com tablets não podem e não devem substituir as entre as crianças; o contato físico com amigos reais é mais importante --e imprescindível", diz Bruna Elias.

Fonte: Folha de S. Paulo



domingo, 2 de junho de 2013

Asus, apresenta o monitor mais fino do mundo, com a tecnologia 4k.

Se você trabalha com edição de vídeo ou design, vai adorar o novo monitor da ASUS. O PQ321 possui 31,5 polegadas e resolução de 3840x2160 pixels, resultando em uma imagem com 140 ppi.
A nova tela 4K da ASUS também utiliza painel de LED com tecnologia IGZO e tem suporte a 1 bilhão de cores (10 bits RGB). Para completar, o monitor possui um ângulo de visão de 176 graus, uma taxa de brilho de 350 cd/m2 e tempo de resposta de 8 ms.
O PQ321 também possui speakers de 2 W embutidos e tem diversos ajustes de altura e inclinação, além de poder ser montado em paredes. Segundo a ASUS, esse é o monitor 4K mais fino do mercado, possuindo apenas 35 mm de espessura em sua parte mais grossa. Como portas de conexão, a tela da ASUS traz um conector DisplayPort, um RS-232C e, para os modelos lançados nos Estados Unidos, entrada dual HDMI.
A ASUS ainda não divulgou o preço do PQ321, mas deve apresentar o modelo na Computex 2013, que acontece em Taipei nos 4 a 8 de junho. Fique ligado, a PG estará ligado na divulgação do preço. Fique por dentro no Portal Gymp


FONTE: ASUS http://www.asus.com/News/L9xTPmmMwTlPMq5l


Haswell: tudo sobre a nova geração de processadores Intel

A nova linha de processadores traz muitas novidades, incluindo mais desempenho e um consumo energético menor.

(Fonte da Imagem: Divulgação/Intel)

O lançamento dos processadores Haswell não era exatamente um segredo, uma vez que muitas informações sobre os modelos já foram reveladas. Nós já comentamos sobre os detalhes da nova arquitetura e sobre como as novas GPUs integradas nos chips vão surpreender a todos.
Desta vez, é oficial. A Intel finalmente anunciou o lançamento da arquitetura Haswell e todos os detalhes dos produtos, incluindo o preço e e a data de quando eles finalmente chegam ao mercado.
Antes de começar a falar sobre as novidades do chip, vamos lembrar como é a estratégia de desenvolvimento da Intel. A companhia trabalha com o modelo tick-tock, ou seja, todo ano ela lança um produto novo. Nos anos “tick”, existe uma melhoria significativa na arquitetura anterior, levando a um processo de fabricação menor e com menos consumo. Nos anos “tock”, a Intel introduz mudanças mais radicais na arquitetura. E é justamente nessa fase que estamos agora.
A primeira diferença que percebemos em relação à família anterior é o tamanho do chip, que aumentou de 160 para 177 nm, algo que parece insignificante, mas representa uma mudança importante. A principal novidade é a GPU integrada nos processadores Haswell, que deve ser muito mais poderosa do que na geração anterior.

Vídeo onboard com qualidade

Esqueça o que você está acostumado a ouvir sobre chips onboard. Nessa nova geração, a Intel quer mudar as regras do jogo. Vamos relembrar o que já foi dito sobre as novas GPUs que vão acompanhar os processadores Haswell.
As novas GPUs serão compatíveis com as principais tecnologias da atualidade, como o DirectX 11.1, OpenGL 4.1, OpenCL 1.2 e uma nova versão da engine QuickSync, responsável pela decodificação de vídeo. Além disso, existe a compatibilidade com a interface DisplayPort 1.2 e o suporte a resoluções 4K.
A família Ivy Bridge trouxe três modelos diferentes de GPUs integradas. O mais potente — e mais comum — é o HD 4000, que possui 16 unidades de execução; o HD 2500 utiliza a mesma arquitetura, mas possui apenas 6 unidades de execução; o último da família é o HD Graphics, que apresenta praticamente o mesmo desempenho do modelo HD 2500, mas possui menos recursos.
Para inaugurar uma nova era no desempenho gráfico, a Intel está mudando tudo, até mesmo o nome das GPUs. Em vez de chamá-las de Intel HD Graphics, a nova geração foi batizada como Iris Graphics. O número de modelos também aumentou de três para cinco, que serão divididos entre diferentes categorias de consumo energético, desempenho e preço.


                                                                  (Fonte da Imagem: Reprodução/Ars Technica)

A arquitetura do Iris 5200 é similar à do Iris 5100, com a adição de mais eDRAM no encapsulamento da CPU para garantir mais desempenho. De acordo com a Intel, o ganho de performance desse modelo em relação ao Intel HD 4000 é de cerca de 2,5 vezes, o que coloca a GPU no mesmo patamar de soluções dedicadas offboard de médio desempenho.
Os novos aceleradores gráficos Iris 5200 da Intel também devem estar presentes nos desktops. Para identificar os chips com a GPU, basta olhar o modelo do processador e procurar o sufixo “R”.
Com isso, a Intel quer que você consiga jogar games de última geração como Tomb Raider ou Bioshock Infinite com uma boa qualidade visual diretamente em seu novo ultrabook.

GPUs para desktops

A maior vantagem dos modelos dedicados para desktop é que eles podem consumir mais energia, garantindo mais potência. Graças a isso, é possível que possam oferecer um desempenho até três vezes maior que as GPUs HD 4000, de acordo com os testes apresentados pela Intel.
Para completar a família, a fabricante também oferece modelos mais simples. Chamados apenas de HD Graphics 4600, 4400 e 4200, esses aceleradores gráficos não têm o seu foco na aceleração 3D, mas sim nos recursos, que devem ser os mesmos da família 5000.
Já o último modelo de todos é chamado simplesmente de “HD Graphics” e deve ser direcionado para equipamentos de baixo custo, como as CPUs Pentium e Celeron.

Bateria de longa duração

Um dos maiores avanços da Intel com a nova tecnologia é o gerenciamento de energia dos novos processadores. Até a geração anterior (Ivy Bridge) a própria Intel admitiu que os processadores móveis eram versões para desktop modificadas. Isso muda com o Haswell: a nova arquitetura foi desenvolvida do zero para garantir mais desempenho com um consumo energético menor.
Um dos slogans da Intel para essa geração é “O maior aumento de vida útil de bateria [de uma geração para outra] na história da Intel”. De acordo com ela, isso significa que, dependendo da aplicação, a duração da bateria pode ser até três vezes maior do que na geração anterior.

 (Fonte da imagem: Divulgação/Intel)

O sistema ainda inclui diversos novos recursos de gerenciamento de energia. Um deles é o S0ix, que permite que o sistema continue enviando e recebendo dados sem ligar totalmente a CPU e a GPU, aumentando o número de funções que podem ser executadas pelo sistema sem que ele esteja realmente ativo e reduzindo a quantidade de energia necessária para mudar para um estado totalmente ativo.
Esse novo modo de espera pode aumentar a duração da bateria de 4 (na geração anterior) para até 13 dias, de acordo com informações da Intel.

Nova família de processadores, nova geração de chipsets

Como de costume, uma nova geração de processadores também traz uma nova família de chipsets. As séries 6 e 7 eram compatíveis entre si, permitindo que os processadores das duas gerações pudessem ser utilizados sem problemas com qualquer um dos chipsets.
Com o Haswell e a família 8, isso deve mudar. Para instalar os novos processadores é preciso ter uma placa-mãe com suporte ao novo chipset e ao novo soquete utilizado pelos processadores, o LGA 1150.
Os novos chipsets da série 8 chegam com suporte a 14 portas USB, sendo que, desse total, 8 portas são compatíveis com o padrão USB 3.0. O chipset também aceita seis portas Sata III. As portas PCI Express x1 serão compatíveis com o padrão 2.0 e controladas diretamente pelo chipset, enquanto o PCI Express 3.0 (utilizado por placas de vídeo modernas) é controlado diretamente pela CPU.

(Fonte da Imagem: Divulgação/Intel)

O controlador de memória continua sendo integrado ao processador, oferecendo uma velocidade máxima (oficial) de 1.600 MHz DDR3, assim como na geração anterior.
A maior novidade vem por conta da extinção completa do suporte ao barramento PCI tradicional, que foi introduzido pela Intel em 1992. Mesmo que muitos dos dispositivos modernos já trabalhem com o PCI Express, muitos periféricos e placas controladoras (como placas de monitoramento de vídeo e de som) ainda utilizam o PCI tradicional, o que deve gerar certo desconforto na hora da migração para a nova plataforma.

Processadores para desktop

Como de costume, a nova linha de processadores chega com muitos modelos diferentes. É preciso estar atento às novidades e, principalmente, ao número e ao sufixo dos processadores.
Para os desktops, por exemplo, a Intel está lançando seis modelos diferentes. Para complicar um pouco a situação, cinco deles começam com “i7-4770”. O único jeito de diferenciar um modelo do outro é o sufixo ao lado do número:
  • Sem sufixo: processador com mais consumo, clock mais alto e de maior desempenho;
  • Sufixo T: processador com baixo TDP, ou seja, menor consumo energético e clock mais baixo;
  • Sufixo S: processador que é uma mistura dos dois primeiros, oferecendo equilíbrio entre consumo e desempenho;
  • Sufixo K: processador com o clock destravado, ideal para overclocks;
  • Sufixo R: processador com GPU de alto desempenho integrada — Iris Pro 5200;
Vale lembrar que todos os processadores com sufixo R só vão estar disponíveis no formato BGA, ou seja, soldados na placa. Desse modo, é mais provável que esse modelo seja distribuído apenas em soluções altamente integradas, como computadores all-in-one. Todos os outros processadores trazem o chip gráfico Intel HD 4600.

 (Fonte da imagem: Reprodução/Ars Technica)

Além da série i7, a Intel também está lançando os processadores i5 para desktops. Os modelos continuam sendo quad-core, mas perdem a função Hyper-Threading. Além disso, o cache L3 diminui de 8 para 6 MB. Todos os sufixos da série i7 continuam válidos, com exceção do sufixo R. Todos os processadores devem trazer GPUs Intel HD 4600.
A primeira leva de processadores móveis da arquitetura Haswell deve contar apenas com modelos da série Core i7. Todos eles são quad-core com suporte ao Hyper-Threading. A principal diferença entre as versões móveis e para desktops são os sufixos: enquanto os modelos MX e MQ trazem GPUs Intel HD 4600, os modelos HQ carregam o Intel Iris Pro 5200.
Os novos processadores da Intel chegam ao mercado já no início de junho, com preços que variam de US$ 192 (R$ 400) para os modelos mais simples e US$ 339 (R$ 710) para os modelos mais avançados.
Mais novidades devem ser divulgadas durante a Computex 2013.





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